Roziane Vitória, Advogado

Roziane Vitória

Brasília (DF)
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Sobre mim

Advogada graduada pelo Centro Universitário IESB. Pós graduanda em direito civil e processo civil. Atuei como conciliadora no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, adquirindo conhecimento e experiência nas áreas de juizado especial cível e criminal, com enfoque na pacificação social e na composição de acordos. Experiência na área de direito previdenciário, adquiridas na Defensoria Pública da União junto a defensores públicos federais, especialmente no tocante a benefícios assistenciais e aposentadorias em âmbito dos juizados especial federal e Tribunais superiores.

Principais áreas de atuação

Direito Civil, 38%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito do Consumidor, 30%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito de Família, 23%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito Previdenciário, 7%

É um ramo do direito público surgido da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e iní...

Correspondência Jurídica

Serviços que realizo como correspondente jurídico
Andamentos
Exame de processos
Mediação
Mandados
Conciliação
Acompanhamentos

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A
Aline Amaral
Comentário · há 4 anos
Thymon,
Entendo o seu ponto de vista, mas acredito que ele também parte de uma visão, de certa forma, preconceituosa em relação à Autora do artigo. Não acredito que ela teve a intenção de dizer que a moça que faz a faxina devesse receber menos. Ela apenas quis defender o pagamento de honorários dignos aos advogados (R$ 17,00 não é um valor digno pra uma faxineira, pra um advogado, pra um médico, pra um gari, ou pra qualquer trabalhador). Por outro lado, devemos separar o que é preconceito (de fato, existem muitas pessoas preconceituosas em relação a pessoas de origem humilde) do que é simplesmente lógico. A moça que faz a faxina trabalha duro e merece receber muito bem por isso, mas é natural que alguém que dedicou 5 anos ou mais aos estudos receba um valor maior. Isso porque a pessoa que estudou, deixou de trabalhar durante longo período e, naturalmente, deixou de auferir renda (lembrando que existem os que não nasceram em berço de ouro e que trabalharam e estudaram concomitantemente). Esta pessoa, portanto, investiu um dos bens mais preciosos de sua vida: o tempo. É natural que, por isso, ela queira ganhar um pouco mais (se não fosse assim, ela nem teria interesse em estudar, se sacrificar e aprimorar). Eu conheço diversas pessoas de origem humilde que fizeram inúmeros sacrifícios para que seus filhos estudassem (tenho certeza que eles queriam que seus filhos ganhassem mais, ok?)
Outra coisa: em relação ao termo "minha faxineira", o preconceito em sua fala chega a ser gritante. Nós também utilizamos os termos "minha advogada", "minha médica", "minha contadora". Vamos colocar mais amor nos nossos corações, tentar deixar de lado a visão preconceituosa e prepotente. Vamos parar de achar que somos melhores que os outros (a ponto de mandá-los estudar). Mais amor no coração, minha gente. Se todos nós fizéssemos isso, tenho certeza que tanto a faxineira, como a advogada teriam uma vida muito mais digna.
Thymon Brian Rocha Santana
Thymon Brian Rocha Santana
Comentário · há 4 anos
Fátima, eu não consegui nem cogitar a possibilidade de concordar com seus comentários tamanho foram os equívocos dos casos que sustentaram sua indignação. Imagino que este comentário nem chegue até você, mas alguém que lhe deu razão provavelmente lerá a contra gosto as minhas humildes palavras.
Inicialmente gostaria de reprovar sua postura elitista que procura em "pessoas menos estudadas" a justificativa pro seu "ganho merecido" se há alguém que mereça ganhar mais do que os advogados são aqueles que limpam os seus lixos. Neste ponto talvez você possa imaginar que não sou da área e em certo aspecto você tenha razão. Sou formado em Direito (por uma ótima instituição) e abandonei o campo jurídico justamente pra me aprofundar no campo acadêmico evitando o raso.
A perspectiva meritocrática é falaciosa e não canso de me assustar quando vejo aqueles que estudaram 5 anos e que trabalham com a "justiça" buscando lastros em conceitos superficiais e destrutivos.
Consigo pensar sem qualquer esforço em diversos fatores responsáveis pelos 17 reais e sem duvida alguns deles se relacionam com este tipo de concepção ultrapassada de relação de poder e mérito. Vivemos em uma crise profunda da educação jurídica e isso também se relaciona com o ensino comercial que se estrutura nas diversas universidades. Esta crise é (também) responsável pela incapacidade de análise complexa (acho que quanto a isso todos poderiam ler E. Morin) o que torna qualquer análise linear, simplista.
Por isso, antes de pedir que se leia mais livros de historia, gostaria de pedir que se tenha a clareza de que "desabafo" não te isenta da razão. Gostaria de pedir que reveja os valores relativos às relações de poder (e com isso eu ja espero que se deixe de chamar a pessoa que lhe presta serviço de "minha faxineira"). Gostaria de pedir que se reflita sobre o pensamento de casta que te faz imaginar que quem não tem a carteira vermelha inevitavelmente teria que ganhar menos do que aqueles que tem e por ultimo gostaria de pedir, como prometido, que se leia mais livros de historia.

Obrigado.

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